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Caso Marielle Franco: Polícia prende ex-Bombeiro e faz buscas em sete endereços, por fazer parte do esquema desse crime.

Por: Carlos SIERRA

Foto: Arte Veragora com imagens PF - PT

24/07/2023
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A polícia Federal prendeu o ex-Bombeiro Maxwell Simões Corrêa, conhecido como Suel, na operação que investiga o assassinato da Vereadora Marielle Franco, e seu motorista Anderson Gómes, além da tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves, em março de 2018.

Na manhã desta segunda-feira (24/7), a Polícia Federal e o Ministério Público do Rio de Janeiro deflagraram a Operação Élpis, e foram cumpridos além do mandado de prisão preventiva de Suel, outros sete mandados de busca e apreensão, na cidade do Rio de Janeiro/RJ e região metropolitana.

Suel, como é conhecido o ex-Bombeiro, atuou no esquema como “campana” e foi quem tería comprado o veículo Cobalt usado nos assassinatos. Suel era amigo de Roni Lessa quem foi acusado de ter feito os disparos, segundo a delação premiada do ex-PM Élcio Queiroz, quem na sua vez dirigiu o veículo.

Entre os alvos da operação dessa segunda feira se encontram a esposa de Suel, Alexandra da Silva Farisote e Joao de Paula Viana dos Santos soares – segundo apurações do Jornal O Globo- que seriam os encarregados por receberem e descartarem as armas do crime.

Denis Lessa, irmão de Ronni Lessa, por receber as armas do crime e pedido o taxi que levou a Roni até a Barra da Tijuca depois dos assassinatos.

Também foram alvo dessa operação Edilson Barbosa dos Santos por ser apontado como o responsável pelo desmanche do carro usado no esquema. Já Mauricio da Conceição dos Santos Junior e Jomar Duarte Bittencourt São suspeitos por terem vazado uma ação no ano seguinte aos acontecimentos.

É de anotar que o principal sujeito dessa fase da operação Élpis, Maxwell Simões, foi expulso do Corpo de Bombeiros de Rio de Janeiro por ser condenado por atrapalhar as investigações da vereadora de Rio Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomez, além da tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves, que também se encontrava no veículo aquela fatídica noite do 14 de março de 2018. O principal mandante do crime ainda é desconhecido.

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