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Com parecer favorável de Teresa Leitão (PT), Pernambuco terá novas patronas e patrono

Por: REDAÇÃO PORTAL
As propostas para reconhecimento das Patronas da Pessoa Idosa e dos Maracatus de Baque Virado e do Patrono da Agroecologia, foram aprovadas em Comissão da Alepe.

Foto: Reprodução/acervo FUNDAJ

30/09/2020
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Durante a reunião da Comissão de Constituição, Legislativa e Justiça (CCLJ) da última segunda-feira (28), a deputada estadual Teresa Leitão (PT) relatou e deu parecer favorável a três projetos de autoria do deputado Isaltino Nascimento (PSB) referentes à adoção de título de patronos para os Direitos da Pessoa Idosa, dos Maracatus de Baque Virado e da Agroecologia em Pernambuco.

Teresa relatou e deu parecer de aprovação para os projetos de lei que instituem Edusa Pereira como patrona dos Direitos da Pessoa Idosa em Pernambuco; Dona Santa como patrona dos Maracatus de Baque Virado e Pedro Aguiar como patrono da agroecologia de Pernambuco.

"Dona Edusa é uma referência. Quando ainda nem se falava em Estatuto da Pessoa Idosa, em Conselho da Pessoa Idosa, ela já era uma grande militante dessas causas. Esteve na Alepe algumas vezes em audiência, de uma lucidez e vivacidade impressionantes", disse a deputada.

O projeto que institui Dona Santa como patrona dos Maracatus de Baque Virado, conhecidos como Maracatus Nação, também foi relatado pela deputada Teresa Leitão. "Acho que também é um acerto do deputado porque além de preservar uma das nossas marcas culturais mais importantes, o Maracatu, lhe dá como patrona um exemplo, um ícone dessa cultura. Dona Santa, por tudo que significou para as religiões de matriz africana, do ponto de vista espiritual, de aglutinar seu povo em torno da crença religiosa que ela professava, dentro dessa perspectiva motivou o Maracatu sendo, de fato, uma liderança. E homenagear mulheres é sempre muito bom no conceito de visibilidade política, social e cultural", destacou.

Quanto ao PL que adota Pedro Aguiar como patrono da Agroecologia no Estado, Teresa  lembrou que ele tem uma longa folha de serviços prestados neste tipo de economia e destacou a importância da produção de alimentos livres de agrotóxicos e sem agressão à natureza. "Este tipo de economia é a salvação da lavoura, vamos dizer assim. Não só porque organiza numa cadeia de produção famílias e pequenos agricultores como também nos dá a condição de discutir o uso apropriado do solo, sem agrotóxicos e sem agressões à natureza e à ecologia. Então, a agroecologia hoje é muito mais pop do que o agronegócio", disse.
 

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