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Esporte

França repete placar de 2019 e volta a vencer Brasil na Copa Mundo Feminina 2023

Por: REDAÇÃO PORTAL

Foto: Fifa / fifa.com

29/07/2023
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Placar de 2 a 1 foi o mesmo do confronto entre as duas chegaram em 2019, quando a França eliminou o Brasil nas oitavas.

  • França passou sufoco no segundo tempo, mas venceu com dupla de veteras decidindo

  • Brasil poderia ter se classificado com vitória e, agora, terá desafio contra a Jamaica

  • Camisa 10 e estrela brasileira, Marta entra em campo nos minutos finais

França 2 x 1 Brasil | Grupo F

Gols: França: Le Sommer (17'), Wendie Renard (83') Brasil: Debinha (57')

Não houve revanche e o placar foi igual ao de 2019. A França venceu o Brasil por 2 a 1 neste sábado, pela segunda rodada da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2023™, e assumiu a liderança do Grupo F.

Ao contrário do que aconteceu na última edição, a derrota para a equipe francesa não eliminou a seleção brasileira, mas acendeu um grande sinal de alerta para a terceira e última rodada, que espera um grande desafio contra a Jamaica no dia 2 de agosto.

A França, que agora tem quatro pontos (um a mais que o Brasil) enfrenta a lanterna Panamá no mesmo dia.

- Ao vivo e de graça: assista aos jogos da Copa do Mundo Feminina 2023 no FIFA+

O futebol tem dois tempos de jogo - e desta vez, eles foram muito diferentes um do outro. No primeiro tempo, a França atuou de forma soberana, contando com a ansiedade brasileira (talvez sob pressão pelo tão falado sonho de revanche).

A goleira Leticia, a Lelê, começou evitando o que teria sido o primeiro gol da França aos 12 do primeiro tempo após cabeceio venenoso de Le Sommer. Mas a defesa brasileira voltou a dar espaço e permitiu que o lance se repetisse cinco minutos depois.

E aí, por mais que tenha tentado, Lelê não conseguiu salvar de novo: Karchaoui fez o levantamento pela esquerda, Diani ganhou e escorou para a camisa 9 Le Sommer, que finalizou de cabeça de novo, desta vez direto para a rede.

No primeiro tempo, a França foi muito superior. As escapadas do Brasil tinham pinceladas de nervosismo e falhavam sempre no último toque. Como quando Debinha, aos 22, fez de tudo para proteger a bola, cortou a marcação e serviu Adriana, que vinha de frente para o gol e errou o alvo.

Adriana tentou se redimir cerca de cinco minutos depois, na correria e fazendo fila entre as marcadoresas francesas, mas foi tocada por Toletti e sofreu a falta. Havia muita vontade, mas pouca organização coletiva, e as jogadas seguiam sem concluir.

A seleção brasileira só melhorou no segundo tempo. Ajudou muito o fato de que o gol de empate saiu cedo, aos 12 minutos, após troca de passes na entrada da área. Ary Borges tocou para Geyse, que com um passe curto pelo alto encontrou Debinha, livre, surgindo entre as adversárias de azul. A artilheira de Pia Sundhage não perdoou e marcou.

A França chegou a parecer nervosa, desacostumada a se ver pressionada na fase de grupos de Copas do Mundo, e precisou de um jovem irreverente para acordar: aos 19 anos, Becho fez o pivô para Geyoro chutar com perigo e exigir uma boa defesa de Lelê. A quase xará Bacha, de 22, ainda balançau a rede pelo lado de fora em outro lance.

Mas a vitória da França saiu da cabeça de uma veterana. Em cobrança de escanteio, a literalmente gigante Wendie Renard (de 1,87m) não foi bem marcada pelo Brasil, saltou e concluiu com um toque letal.

Marta ainda entrou em campo aos 40, mas foi bem marcada e não criou. Com ela em campo, a história caprichou e repetiu o placar de 2019.

o numero

O Brasil nunca conseguiu virar um jogo da Copa do Mundo Feminina da FIFA após sair em garra no placar.

Placar de 2 a 1 foi o mesmo do confronto entre as duas chegaram em 2019, quando a França eliminou o Brasil nas oitavas.

  • França passou sufoco no segundo tempo, mas venceu com dupla de veteras decidindo

  • Brasil poderia ter se classificado com vitória e, agora, terá desafio contra a Jamaica

  • Camisa 10 e estrela brasileira, Marta entra em campo nos minutos finais

França 2 x 1 Brasil | Grupo F

Gols: França: Le Sommer (17'), Wendie Renard (83') Brasil: Debinha (57')

Não houve revanche e o placar foi igual ao de 2019. A França venceu o Brasil por 2 a 1 neste sábado, pela segunda rodada da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2023™, e assumiu a liderança do Grupo F.

Ao contrário do que aconteceu na última edição, a derrota para a equipe francesa não eliminou a seleção brasileira, mas acendeu um grande sinal de alerta para a terceira e última rodada, que espera um grande desafio contra a Jamaica no dia 2 de agosto.

A França, que agora tem quatro pontos (um a mais que o Brasil) enfrenta a lanterna Panamá no mesmo dia.

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O futebol tem dois tempos de jogo - e desta vez, eles foram muito diferentes um do outro. No primeiro tempo, a França atuou de forma soberana, contando com a ansiedade brasileira (talvez sob pressão pelo tão falado sonho de revanche).

A goleira Leticia, a Lelê, começou evitando o que teria sido o primeiro gol da França aos 12 do primeiro tempo após cabeceio venenoso de Le Sommer. Mas a defesa brasileira voltou a dar espaço e permitiu que o lance se repetisse cinco minutos depois.

E aí, por mais que tenha tentado, Lelê não conseguiu salvar de novo: Karchaoui fez o levantamento pela esquerda, Diani ganhou e escorou para a camisa 9 Le Sommer, que finalizou de cabeça de novo, desta vez direto para a rede.

No primeiro tempo, a França foi muito superior. As escapadas do Brasil tinham pinceladas de nervosismo e falhavam sempre no último toque. Como quando Debinha, aos 22, fez de tudo para proteger a bola, cortou a marcação e serviu Adriana, que vinha de frente para o gol e errou o alvo.

Adriana tentou se redimir cerca de cinco minutos depois, na correria e fazendo fila entre as marcadoresas francesas, mas foi tocada por Toletti e sofreu a falta. Havia muita vontade, mas pouca organização coletiva, e as jogadas seguiam sem concluir.

A seleção brasileira só melhorou no segundo tempo. Ajudou muito o fato de que o gol de empate saiu cedo, aos 12 minutos, após troca de passes na entrada da área. Ary Borges tocou para Geyse, que com um passe curto pelo alto encontrou Debinha, livre, surgindo entre as adversárias de azul. A artilheira de Pia Sundhage não perdoou e marcou.

A França chegou a parecer nervosa, desacostumada a se ver pressionada na fase de grupos de Copas do Mundo, e precisou de um jovem irreverente para acordar: aos 19 anos, Becho fez o pivô para Geyoro chutar com perigo e exigir uma boa defesa de Lelê. A quase xará Bacha, de 22, ainda balançau a rede pelo lado de fora em outro lance.

Mas a vitória da França saiu da cabeça de uma veterana. Em cobrança de escanteio, a literalmente gigante Wendie Renard (de 1,87m) não foi bem marcada pelo Brasil, saltou e concluiu com um toque letal.

Marta ainda entrou em campo aos 40, mas foi bem marcada e não criou. Com ela em campo, a história caprichou e repetiu o placar de 2019.

o numero

O Brasil nunca conseguiu virar um jogo da Copa do Mundo Feminina da FIFA após sair em garra no placar.

Placar de 2 a 1 foi o mesmo do confronto entre as duas chegaram em 2019, quando a França eliminou o Brasil nas oitavas.

  • França passou sufoco no segundo tempo, mas venceu com dupla de veteras decidindo

  • Brasil poderia ter se classificado com vitória e, agora, terá desafio contra a Jamaica

  • Camisa 10 e estrela brasileira, Marta entra em campo nos minutos finais

França 2 x 1 Brasil | Grupo F

Gols: França: Le Sommer (17'), Wendie Renard (83') Brasil: Debinha (57')

Não houve revanche e o placar foi igual ao de 2019. A França venceu o Brasil por 2 a 1 neste sábado, pela segunda rodada da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2023™, e assumiu a liderança do Grupo F.

Ao contrário do que aconteceu na última edição, a derrota para a equipe francesa não eliminou a seleção brasileira, mas acendeu um grande sinal de alerta para a terceira e última rodada, que espera um grande desafio contra a Jamaica no dia 2 de agosto.

A França, que agora tem quatro pontos (um a mais que o Brasil) enfrenta a lanterna Panamá no mesmo dia.

- Ao vivo e de graça: assista aos jogos da Copa do Mundo Feminina 2023 no FIFA+

O futebol tem dois tempos de jogo - e desta vez, eles foram muito diferentes um do outro. No primeiro tempo, a França atuou de forma soberana, contando com a ansiedade brasileira (talvez sob pressão pelo tão falado sonho de revanche).

A goleira Leticia, a Lelê, começou evitando o que teria sido o primeiro gol da França aos 12 do primeiro tempo após cabeceio venenoso de Le Sommer. Mas a defesa brasileira voltou a dar espaço e permitiu que o lance se repetisse cinco minutos depois.

E aí, por mais que tenha tentado, Lelê não conseguiu salvar de novo: Karchaoui fez o levantamento pela esquerda, Diani ganhou e escorou para a camisa 9 Le Sommer, que finalizou de cabeça de novo, desta vez direto para a rede.

No primeiro tempo, a França foi muito superior. As escapadas do Brasil tinham pinceladas de nervosismo e falhavam sempre no último toque. Como quando Debinha, aos 22, fez de tudo para proteger a bola, cortou a marcação e serviu Adriana, que vinha de frente para o gol e errou o alvo.

Adriana tentou se redimir cerca de cinco minutos depois, na correria e fazendo fila entre as marcadoresas francesas, mas foi tocada por Toletti e sofreu a falta. Havia muita vontade, mas pouca organização coletiva, e as jogadas seguiam sem concluir.

A seleção brasileira só melhorou no segundo tempo. Ajudou muito o fato de que o gol de empate saiu cedo, aos 12 minutos, após troca de passes na entrada da área. Ary Borges tocou para Geyse, que com um passe curto pelo alto encontrou Debinha, livre, surgindo entre as adversárias de azul. A artilheira de Pia Sundhage não perdoou e marcou.

A França chegou a parecer nervosa, desacostumada a se ver pressionada na fase de grupos de Copas do Mundo, e precisou de um jovem irreverente para acordar: aos 19 anos, Becho fez o pivô para Geyoro chutar com perigo e exigir uma boa defesa de Lelê. A quase xará Bacha, de 22, ainda balançau a rede pelo lado de fora em outro lance.

Mas a vitória da França saiu da cabeça de uma veterana. Em cobrança de escanteio, a literalmente gigante Wendie Renard (de 1,87m) não foi bem marcada pelo Brasil, saltou e concluiu com um toque letal.

Marta ainda entrou em campo aos 40, mas foi bem marcada e não criou. Com ela em campo, a história caprichou e repetiu o placar de 2019.

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O Brasil nunca conseguiu virar um jogo da Copa do Mundo Feminina da FIFA após sair em garra no placar.

Placar de 2 a 1 foi o mesmo do confronto entre as duas chegaram em 2019, quando a França eliminou o Brasil nas oitavas.

  • França passou sufoco no segundo tempo, mas venceu com dupla de veteras decidindo

  • Brasil poderia ter se classificado com vitória e, agora, terá desafio contra a Jamaica

  • Camisa 10 e estrela brasileira, Marta entra em campo nos minutos finais

França 2 x 1 Brasil | Grupo F

Gols: França: Le Sommer (17'), Wendie Renard (83') Brasil: Debinha (57')

Não houve revanche e o placar foi igual ao de 2019. A França venceu o Brasil por 2 a 1 neste sábado, pela segunda rodada da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2023™, e assumiu a liderança do Grupo F.

Ao contrário do que aconteceu na última edição, a derrota para a equipe francesa não eliminou a seleção brasileira, mas acendeu um grande sinal de alerta para a terceira e última rodada, que espera um grande desafio contra a Jamaica no dia 2 de agosto.

A França, que agora tem quatro pontos (um a mais que o Brasil) enfrenta a lanterna Panamá no mesmo dia.

- Ao vivo e de graça: assista aos jogos da Copa do Mundo Feminina 2023 no FIFA+

O futebol tem dois tempos de jogo - e desta vez, eles foram muito diferentes um do outro. No primeiro tempo, a França atuou de forma soberana, contando com a ansiedade brasileira (talvez sob pressão pelo tão falado sonho de revanche).

A goleira Leticia, a Lelê, começou evitando o que teria sido o primeiro gol da França aos 12 do primeiro tempo após cabeceio venenoso de Le Sommer. Mas a defesa brasileira voltou a dar espaço e permitiu que o lance se repetisse cinco minutos depois.

E aí, por mais que tenha tentado, Lelê não conseguiu salvar de novo: Karchaoui fez o levantamento pela esquerda, Diani ganhou e escorou para a camisa 9 Le Sommer, que finalizou de cabeça de novo, desta vez direto para a rede.

No primeiro tempo, a França foi muito superior. As escapadas do Brasil tinham pinceladas de nervosismo e falhavam sempre no último toque. Como quando Debinha, aos 22, fez de tudo para proteger a bola, cortou a marcação e serviu Adriana, que vinha de frente para o gol e errou o alvo.

Adriana tentou se redimir cerca de cinco minutos depois, na correria e fazendo fila entre as marcadoresas francesas, mas foi tocada por Toletti e sofreu a falta. Havia muita vontade, mas pouca organização coletiva, e as jogadas seguiam sem concluir.

A seleção brasileira só melhorou no segundo tempo. Ajudou muito o fato de que o gol de empate saiu cedo, aos 12 minutos, após troca de passes na entrada da área. Ary Borges tocou para Geyse, que com um passe curto pelo alto encontrou Debinha, livre, surgindo entre as adversárias de azul. A artilheira de Pia Sundhage não perdoou e marcou.

A França chegou a parecer nervosa, desacostumada a se ver pressionada na fase de grupos de Copas do Mundo, e precisou de um jovem irreverente para acordar: aos 19 anos, Becho fez o pivô para Geyoro chutar com perigo e exigir uma boa defesa de Lelê. A quase xará Bacha, de 22, ainda balançau a rede pelo lado de fora em outro lance.

Mas a vitória da França saiu da cabeça de uma veterana. Em cobrança de escanteio, a literalmente gigante Wendie Renard (de 1,87m) não foi bem marcada pelo Brasil, saltou e concluiu com um toque letal.

Marta ainda entrou em campo aos 40, mas foi bem marcada e não criou. Com ela em campo, a história caprichou e repetiu o placar de 2019.

o numero

O Brasil nunca conseguiu virar um jogo da Copa do Mundo Feminina da FIFA após sair em garra no placar.

Placar de 2 a 1 foi o mesmo do confronto entre as duas chegaram em 2019, quando a França eliminou o Brasil nas oitavas.

  • França passou sufoco no segundo tempo, mas venceu com dupla de veteras decidindo

  • Brasil poderia ter se classificado com vitória e, agora, terá desafio contra a Jamaica

  • Camisa 10 e estrela brasileira, Marta entra em campo nos minutos finais

França 2 x 1 Brasil | Grupo F

Gols: França: Le Sommer (17'), Wendie Renard (83') Brasil: Debinha (57')

Não houve revanche e o placar foi igual ao de 2019. A França venceu o Brasil por 2 a 1 neste sábado, pela segunda rodada da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2023™, e assumiu a liderança do Grupo F.

Ao contrário do que aconteceu na última edição, a derrota para a equipe francesa não eliminou a seleção brasileira, mas acendeu um grande sinal de alerta para a terceira e última rodada, que espera um grande desafio contra a Jamaica no dia 2 de agosto.

A França, que agora tem quatro pontos (um a mais que o Brasil) enfrenta a lanterna Panamá no mesmo dia.

- Ao vivo e de graça: assista aos jogos da Copa do Mundo Feminina 2023 no FIFA+

O futebol tem dois tempos de jogo - e desta vez, eles foram muito diferentes um do outro. No primeiro tempo, a França atuou de forma soberana, contando com a ansiedade brasileira (talvez sob pressão pelo tão falado sonho de revanche).

A goleira Leticia, a Lelê, começou evitando o que teria sido o primeiro gol da França aos 12 do primeiro tempo após cabeceio venenoso de Le Sommer. Mas a defesa brasileira voltou a dar espaço e permitiu que o lance se repetisse cinco minutos depois.

E aí, por mais que tenha tentado, Lelê não conseguiu salvar de novo: Karchaoui fez o levantamento pela esquerda, Diani ganhou e escorou para a camisa 9 Le Sommer, que finalizou de cabeça de novo, desta vez direto para a rede.

No primeiro tempo, a França foi muito superior. As escapadas do Brasil tinham pinceladas de nervosismo e falhavam sempre no último toque. Como quando Debinha, aos 22, fez de tudo para proteger a bola, cortou a marcação e serviu Adriana, que vinha de frente para o gol e errou o alvo.

Adriana tentou se redimir cerca de cinco minutos depois, na correria e fazendo fila entre as marcadoresas francesas, mas foi tocada por Toletti e sofreu a falta. Havia muita vontade, mas pouca organização coletiva, e as jogadas seguiam sem concluir.

A seleção brasileira só melhorou no segundo tempo. Ajudou muito o fato de que o gol de empate saiu cedo, aos 12 minutos, após troca de passes na entrada da área. Ary Borges tocou para Geyse, que com um passe curto pelo alto encontrou Debinha, livre, surgindo entre as adversárias de azul. A artilheira de Pia Sundhage não perdoou e marcou.

A França chegou a parecer nervosa, desacostumada a se ver pressionada na fase de grupos de Copas do Mundo, e precisou de um jovem irreverente para acordar: aos 19 anos, Becho fez o pivô para Geyoro chutar com perigo e exigir uma boa defesa de Lelê. A quase xará Bacha, de 22, ainda balançau a rede pelo lado de fora em outro lance.

Mas a vitória da França saiu da cabeça de uma veterana. Em cobrança de escanteio, a literalmente gigante Wendie Renard (de 1,87m) não foi bem marcada pelo Brasil, saltou e concluiu com um toque letal.

Marta ainda entrou em campo aos 40, mas foi bem marcada e não criou. Com ela em campo, a história caprichou e repetiu o placar de 2019.

o numero

O Brasil nunca conseguiu virar um jogo da Copa do Mundo Feminina da FIFA após sair em garra no placar.

Placar de 2 a 1 foi o mesmo do confronto entre as duas chegaram em 2019, quando a França eliminou o Brasil nas oitavas.

  • França passou sufoco no segundo tempo, mas venceu com dupla de veteras decidindo

  • Brasil poderia ter se classificado com vitória e, agora, terá desafio contra a Jamaica

  • Camisa 10 e estrela brasileira, Marta entra em campo nos minutos finais

França 2 x 1 Brasil | Grupo F

Gols: França: Le Sommer (17'), Wendie Renard (83') Brasil: Debinha (57')

Não houve revanche e o placar foi igual ao de 2019. A França venceu o Brasil por 2 a 1 neste sábado, pela segunda rodada da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2023™, e assumiu a liderança do Grupo F.

Ao contrário do que aconteceu na última edição, a derrota para a equipe francesa não eliminou a seleção brasileira, mas acendeu um grande sinal de alerta para a terceira e última rodada, que espera um grande desafio contra a Jamaica no dia 2 de agosto.

A França, que agora tem quatro pontos (um a mais que o Brasil) enfrenta a lanterna Panamá no mesmo dia.

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O futebol tem dois tempos de jogo - e desta vez, eles foram muito diferentes um do outro. No primeiro tempo, a França atuou de forma soberana, contando com a ansiedade brasileira (talvez sob pressão pelo tão falado sonho de revanche).

A goleira Leticia, a Lelê, começou evitando o que teria sido o primeiro gol da França aos 12 do primeiro tempo após cabeceio venenoso de Le Sommer. Mas a defesa brasileira voltou a dar espaço e permitiu que o lance se repetisse cinco minutos depois.

E aí, por mais que tenha tentado, Lelê não conseguiu salvar de novo: Karchaoui fez o levantamento pela esquerda, Diani ganhou e escorou para a camisa 9 Le Sommer, que finalizou de cabeça de novo, desta vez direto para a rede.

No primeiro tempo, a França foi muito superior. As escapadas do Brasil tinham pinceladas de nervosismo e falhavam sempre no último toque. Como quando Debinha, aos 22, fez de tudo para proteger a bola, cortou a marcação e serviu Adriana, que vinha de frente para o gol e errou o alvo.

Adriana tentou se redimir cerca de cinco minutos depois, na correria e fazendo fila entre as marcadoresas francesas, mas foi tocada por Toletti e sofreu a falta. Havia muita vontade, mas pouca organização coletiva, e as jogadas seguiam sem concluir.

A seleção brasileira só melhorou no segundo tempo. Ajudou muito o fato de que o gol de empate saiu cedo, aos 12 minutos, após troca de passes na entrada da área. Ary Borges tocou para Geyse, que com um passe curto pelo alto encontrou Debinha, livre, surgindo entre as adversárias de azul. A artilheira de Pia Sundhage não perdoou e marcou.

A França chegou a parecer nervosa, desacostumada a se ver pressionada na fase de grupos de Copas do Mundo, e precisou de um jovem irreverente para acordar: aos 19 anos, Becho fez o pivô para Geyoro chutar com perigo e exigir uma boa defesa de Lelê. A quase xará Bacha, de 22, ainda balançau a rede pelo lado de fora em outro lance.

Mas a vitória da França saiu da cabeça de uma veterana. Em cobrança de escanteio, a literalmente gigante Wendie Renard (de 1,87m) não foi bem marcada pelo Brasil, saltou e concluiu com um toque letal.

Marta ainda entrou em campo aos 40, mas foi bem marcada e não criou. Com ela em campo, a história caprichou e repetiu o placar de 2019.

o numero

O Brasil nunca conseguiu virar um jogo da Copa do Mundo Feminina da FIFA após sair em garra no placar.

Placar de 2 a 1 foi o mesmo do confronto entre as duas chegaram em 2019, quando a França eliminou o Brasil nas oitavas.

  • França passou sufoco no segundo tempo, mas venceu com dupla de veteras decidindo

  • Brasil poderia ter se classificado com vitória e, agora, terá desafio contra a Jamaica

  • Camisa 10 e estrela brasileira, Marta entra em campo nos minutos finais

França 2 x 1 Brasil | Grupo F

Gols: França: Le Sommer (17'), Wendie Renard (83') Brasil: Debinha (57')

Não houve revanche e o placar foi igual ao de 2019. A França venceu o Brasil por 2 a 1 neste sábado, pela segunda rodada da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2023™, e assumiu a liderança do Grupo F.

Ao contrário do que aconteceu na última edição, a derrota para a equipe francesa não eliminou a seleção brasileira, mas acendeu um grande sinal de alerta para a terceira e última rodada, que espera um grande desafio contra a Jamaica no dia 2 de agosto.

A França, que agora tem quatro pontos (um a mais que o Brasil) enfrenta a lanterna Panamá no mesmo dia.

- Ao vivo e de graça: assista aos jogos da Copa do Mundo Feminina 2023 no FIFA+

O futebol tem dois tempos de jogo - e desta vez, eles foram muito diferentes um do outro. No primeiro tempo, a França atuou de forma soberana, contando com a ansiedade brasileira (talvez sob pressão pelo tão falado sonho de revanche).

A goleira Leticia, a Lelê, começou evitando o que teria sido o primeiro gol da França aos 12 do primeiro tempo após cabeceio venenoso de Le Sommer. Mas a defesa brasileira voltou a dar espaço e permitiu que o lance se repetisse cinco minutos depois.

E aí, por mais que tenha tentado, Lelê não conseguiu salvar de novo: Karchaoui fez o levantamento pela esquerda, Diani ganhou e escorou para a camisa 9 Le Sommer, que finalizou de cabeça de novo, desta vez direto para a rede.

No primeiro tempo, a França foi muito superior. As escapadas do Brasil tinham pinceladas de nervosismo e falhavam sempre no último toque. Como quando Debinha, aos 22, fez de tudo para proteger a bola, cortou a marcação e serviu Adriana, que vinha de frente para o gol e errou o alvo.

Adriana tentou se redimir cerca de cinco minutos depois, na correria e fazendo fila entre as marcadoresas francesas, mas foi tocada por Toletti e sofreu a falta. Havia muita vontade, mas pouca organização coletiva, e as jogadas seguiam sem concluir.

A seleção brasileira só melhorou no segundo tempo. Ajudou muito o fato de que o gol de empate saiu cedo, aos 12 minutos, após troca de passes na entrada da área. Ary Borges tocou para Geyse, que com um passe curto pelo alto encontrou Debinha, livre, surgindo entre as adversárias de azul. A artilheira de Pia Sundhage não perdoou e marcou.

A França chegou a parecer nervosa, desacostumada a se ver pressionada na fase de grupos de Copas do Mundo, e precisou de um jovem irreverente para acordar: aos 19 anos, Becho fez o pivô para Geyoro chutar com perigo e exigir uma boa defesa de Lelê. A quase xará Bacha, de 22, ainda balançau a rede pelo lado de fora em outro lance.

Mas a vitória da França saiu da cabeça de uma veterana. Em cobrança de escanteio, a literalmente gigante Wendie Renard (de 1,87m) não foi bem marcada pelo Brasil, saltou e concluiu com um toque letal.

Marta ainda entrou em campo aos 40, mas foi bem marcada e não criou. Com ela em campo, a história caprichou e repetiu o placar de 2019.

o numero

O Brasil nunca conseguiu virar um jogo da Copa do Mundo Feminina da FIFA após sair em garra no placar.

Placar de 2 a 1 foi o mesmo do confronto entre as duas chegaram em 2019, quando a França eliminou o Brasil nas oitavas.

  • França passou sufoco no segundo tempo, mas venceu com dupla de veteras decidindo

  • Brasil poderia ter se classificado com vitória e, agora, terá desafio contra a Jamaica

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França 2 x 1 Brasil | Grupo F

Gols: França: Le Sommer (17'), Wendie Renard (83') Brasil: Debinha (57')

Não houve revanche e o placar foi igual ao de 2019. A França venceu o Brasil por 2 a 1 neste sábado, pela segunda rodada da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2023™, e assumiu a liderança do Grupo F.

Ao contrário do que aconteceu na última edição, a derrota para a equipe francesa não eliminou a seleção brasileira, mas acendeu um grande sinal de alerta para a terceira e última rodada, que espera um grande desafio contra a Jamaica no dia 2 de agosto.

A França, que agora tem quatro pontos (um a mais que o Brasil) enfrenta a lanterna Panamá no mesmo dia.

- Ao vivo e de graça: assista aos jogos da Copa do Mundo Feminina 2023 no FIFA+

O futebol tem dois tempos de jogo - e desta vez, eles foram muito diferentes um do outro. No primeiro tempo, a França atuou de forma soberana, contando com a ansiedade brasileira (talvez sob pressão pelo tão falado sonho de revanche).

A goleira Leticia, a Lelê, começou evitando o que teria sido o primeiro gol da França aos 12 do primeiro tempo após cabeceio venenoso de Le Sommer. Mas a defesa brasileira voltou a dar espaço e permitiu que o lance se repetisse cinco minutos depois.

E aí, por mais que tenha tentado, Lelê não conseguiu salvar de novo: Karchaoui fez o levantamento pela esquerda, Diani ganhou e escorou para a camisa 9 Le Sommer, que finalizou de cabeça de novo, desta vez direto para a rede.

No primeiro tempo, a França foi muito superior. As escapadas do Brasil tinham pinceladas de nervosismo e falhavam sempre no último toque. Como quando Debinha, aos 22, fez de tudo para proteger a bola, cortou a marcação e serviu Adriana, que vinha de frente para o gol e errou o alvo.

Adriana tentou se redimir cerca de cinco minutos depois, na correria e fazendo fila entre as marcadoresas francesas, mas foi tocada por Toletti e sofreu a falta. Havia muita vontade, mas pouca organização coletiva, e as jogadas seguiam sem concluir.

A seleção brasileira só melhorou no segundo tempo. Ajudou muito o fato de que o gol de empate saiu cedo, aos 12 minutos, após troca de passes na entrada da área. Ary Borges tocou para Geyse, que com um passe curto pelo alto encontrou Debinha, livre, surgindo entre as adversárias de azul. A artilheira de Pia Sundhage não perdoou e marcou.

A França chegou a parecer nervosa, desacostumada a se ver pressionada na fase de grupos de Copas do Mundo, e precisou de um jovem irreverente para acordar: aos 19 anos, Becho fez o pivô para Geyoro chutar com perigo e exigir uma boa defesa de Lelê. A quase xará Bacha, de 22, ainda balançau a rede pelo lado de fora em outro lance.

Mas a vitória da França saiu da cabeça de uma veterana. Em cobrança de escanteio, a literalmente gigante Wendie Renard (de 1,87m) não foi bem marcada pelo Brasil, saltou e concluiu com um toque letal.

Marta ainda entrou em campo aos 40, mas foi bem marcada e não criou. Com ela em campo, a história caprichou e repetiu o placar de 2019.

o numero

O Brasil nunca conseguiu virar um jogo da Copa do Mundo Feminina da FIFA após sair em garra no placar.

Placar de 2 a 1 foi o mesmo do confronto entre as duas chegaram em 2019, quando a França eliminou o Brasil nas oitavas.

  • França passou sufoco no segundo tempo, mas venceu com dupla de veteras decidindo

  • Brasil poderia ter se classificado com vitória e, agora, terá desafio contra a Jamaica

  • Camisa 10 e estrela brasileira, Marta entra em campo nos minutos finais

França 2 x 1 Brasil | Grupo F

Gols: França: Le Sommer (17'), Wendie Renard (83') Brasil: Debinha (57')

Não houve revanche e o placar foi igual ao de 2019. A França venceu o Brasil por 2 a 1 neste sábado, pela segunda rodada da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2023™, e assumiu a liderança do Grupo F.

Ao contrário do que aconteceu na última edição, a derrota para a equipe francesa não eliminou a seleção brasileira, mas acendeu um grande sinal de alerta para a terceira e última rodada, que espera um grande desafio contra a Jamaica no dia 2 de agosto.

A França, que agora tem quatro pontos (um a mais que o Brasil) enfrenta a lanterna Panamá no mesmo dia.

- Ao vivo e de graça: assista aos jogos da Copa do Mundo Feminina 2023 no FIFA+

O futebol tem dois tempos de jogo - e desta vez, eles foram muito diferentes um do outro. No primeiro tempo, a França atuou de forma soberana, contando com a ansiedade brasileira (talvez sob pressão pelo tão falado sonho de revanche).

A goleira Leticia, a Lelê, começou evitando o que teria sido o primeiro gol da França aos 12 do primeiro tempo após cabeceio venenoso de Le Sommer. Mas a defesa brasileira voltou a dar espaço e permitiu que o lance se repetisse cinco minutos depois.

E aí, por mais que tenha tentado, Lelê não conseguiu salvar de novo: Karchaoui fez o levantamento pela esquerda, Diani ganhou e escorou para a camisa 9 Le Sommer, que finalizou de cabeça de novo, desta vez direto para a rede.

No primeiro tempo, a França foi muito superior. As escapadas do Brasil tinham pinceladas de nervosismo e falhavam sempre no último toque. Como quando Debinha, aos 22, fez de tudo para proteger a bola, cortou a marcação e serviu Adriana, que vinha de frente para o gol e errou o alvo.

Adriana tentou se redimir cerca de cinco minutos depois, na correria e fazendo fila entre as marcadoresas francesas, mas foi tocada por Toletti e sofreu a falta. Havia muita vontade, mas pouca organização coletiva, e as jogadas seguiam sem concluir.

A seleção brasileira só melhorou no segundo tempo. Ajudou muito o fato de que o gol de empate saiu cedo, aos 12 minutos, após troca de passes na entrada da área. Ary Borges tocou para Geyse, que com um passe curto pelo alto encontrou Debinha, livre, surgindo entre as adversárias de azul. A artilheira de Pia Sundhage não perdoou e marcou.

A França chegou a parecer nervosa, desacostumada a se ver pressionada na fase de grupos de Copas do Mundo, e precisou de um jovem irreverente para acordar: aos 19 anos, Becho fez o pivô para Geyoro chutar com perigo e exigir uma boa defesa de Lelê. A quase xará Bacha, de 22, ainda balançau a rede pelo lado de fora em outro lance.

Mas a vitória da França saiu da cabeça de uma veterana. Em cobrança de escanteio, a literalmente gigante Wendie Renard (de 1,87m) não foi bem marcada pelo Brasil, saltou e concluiu com um toque letal.

Marta ainda entrou em campo aos 40, mas foi bem marcada e não criou. Com ela em campo, a história caprichou e repetiu o placar de 2019.

o numero

O Brasil nunca conseguiu virar um jogo da Copa do Mundo Feminina da FIFA após sair em garra no placar.

 

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