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Intensivão familiar: Eliana fala sobre o período de isolamento sem babá para os filhos

Por: REDAÇÃO PORTAL

Foto: Reprodução Instagram

08/11/2020
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A convivência de Eliana com a família tem sido intensa durante o período de isolamento social. Apesar de curtir o tempo a mais com os filhos, Arthur, de 9 anos, e Manuela, de 3, a apresentadora conta que precisa usar a criatividade para mantê-los entretidos e é firme na hora de impor limites.

"Nesta quarentena, 24 horas por dia e sem babá, estamos vivendo um intensivão familiar. Estou amando", declarou a apresentadora em entrevista a Revista Crescer.

"A pressão de ficar em casa sem contato com os amigos e outros familiares aumenta a tensão e a ansiedade. Daí surge o desafio diário de manter a relação saudável, pois temos de educar e isso inclui os 'nãos'", disse

Eliana admitiu que, apesar dos esforços para entreter os filhos, em algum momento "o tédio bate". "Porque acontece, procuro passar para eles que em meio a esta pandemia não podemos reclamar de nada, pois somos privilegiados e  temos só de agradecer a Deus", finalizou

Outro desafio tem sido manter os pequenos longe dos eletrônicos o tempo todo. A apresentadora até permitiu que o mais velho use o tablet diariamente, mas controla o tempo de uso e pensa em alternativas para deixá-los offline.

Eliana, de 46 anos, foi mãe pela primeira vez aos 38. Segundo ela, adiar a maternidade foi uma opção.

“Já sabia o que queria, tinha uma vida profissional estável e foi tudo tranquilo. Aos 44 anos, eu e o Adriano estávamos seguros e felizes na relação e decidimos engravidar. Na primeira tentativa sofri um aborto espontâneo com 9 semanas de gestação. Foi muito dolorido. Fiquei sem esperanças e achei que não poderia ter mais filhos. Para a nossa surpresa, três meses depois, após as férias de janeiro que foram bem animadas (risos), voltei grávida da Manuela”, lembrou.

A gestação foi delicada - a apresentadora teve um descolamento de placenta severo e precisou ficar de repouso absoluto por cinco meses. “Foram dias de muita insegurança, medo, aprendizado, paciência e dedicação”, disse.

Eliana diz que a chegada da caçula veio quando ela já estava mais experiente e segura. “Como a criança age se espelhando em quem cuida e está por perto, eu tento a cada dia melhorar como ser humano para servir de bom exemplo”, afirmou.
 

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