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Locatário II: polícia cumpre mandados em Recife e Toritama

Por: REDAÇÃO PORTAL
Na primeira fase da Locatário o prefeito de Paulista Júnior Matuto (PSB) foi afastado

Foto: Reprodução Internet

28/08/2020
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A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou, há pouco, a segunda fase da operação Locatário, que investiga crimes de peculato e lavagem de dinheiro. Na primeira etapa, que aconteceu em julho, houve o afastamento do prefeito de Paulista, Júnior Matuto (PSB). Foram emitidos nove mandados de busca e apreensão domiciliar nos municípios de Recife e Toritama, expedidos pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), apontou a Polícia Civil. O objetivo desta nova fase, segundo os investigadores, é identificar a possível participação de empresários e agentes públicos em crimes contra a administração pública.

Apesar de ser um desdobramento da ação que afastou Matuto, a polícia não informou que se o político também é investigado nessa etapa. A ação ficou sob responsabilidade do delegado Diego Pinheiro, integrante do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Draco). A operação contou com 40 policiais civis entre delegados, agentes e escrivães. As investigações foram assessoradas pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco (Dintel). No dia 21 de julho, a primeira fase da Operação Locatário cumpriu mandados 14 mandados de busca e apreensão domiciliar, sete mandados de suspensão do exercício de função pública, um mandado de suspensão temporária de participar e o sequestro de bens e imóveis e valores, expedidos pelo TJPE.

O prefeito de Paulista, Júnior Matuto, foi afastado do cargo na data. No dia 10 de agosto, o prefeito retomou o cargo após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a Polícia Civil, o esquema investigado na primeira desviou cerca de R$ 900 mil. Além de Matuto, seis servidores públicos e o dono de uma empresa de locações foram alvos.

O delegado Diego Pinheiro, responsável pelas investigações, relatou que recebeu informações do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e do Tribunal de Constas do Estado de indícios de irregularidade numa dispensa de licitação para contratar imóveis para prédios públicos. Segundo o TCE, o valor pago pela prefeitura à empresa era muito acima do valor de mercado.

Com informações do G1-PE

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