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METROVIARIOS DE REFIFE MANTEM GREVE MAS OPERARÁM EM HORARIOS PICO A PARTIR DE AMANHÃ 18/8

Por: REDAÇÃO PORTAL
Rejeição à  privatização é um dos temas principais da negociação

Foto: Metro de Recife volta a funcionar em horas pico.

17/08/2023
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Em assembleia realizada nesta quinta-feira, 17 de agosto, na Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF), os metroviários decidiram manter a greve por tempo indeterminado, mas operando com 100% da frota nos horários de pico, a partir das 0h desta sexta-feira, 18 de agosto, seguindo a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região.

A decisão foi tomada após uma reunião que contou com a presença de Luiz Soares, presidente do Sindmetro-PE; Paulo Campos, diretor Administrativo; Helmilton Beserra, presidente da CTB-PE; Manoel Messias, representante da Fenametro-DF; Fernanda Melchionna, Deputada Federal do Rio Grande do Sul; Márcio Macedo, Ministro da Secretaria Geral da Presidência; Márcio Cavalcanti, Secretário do Programa de Parcerias de Investimentos da Casa Civil; e Kelly Mafort, Secretária Nacional de Diálogos Sociais e Articulação de Políticas Públicas.

Luiz Soares, presidente do Sindmetro-PE, apresentou as decisões durante a Assembleia:

Na pauta do ACT (Acordo Coletivo de Trabalho), o Ministro da Secretaria Geral da Presidência, Márcio Macedo, comprometeu-se a agendar uma reunião com a ministra da Gestão do governo Lula, Esther Dweck, para discutir o ACT dos Metroviários de Pernambuco, assim como uma reunião entre o presidente e a ministra da Gestão.

"O secretário Márcio Cavalcanti assegurou que serão realizados estudos visando à exclusão da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) do Programa Nacional de Desestatização (PND), e que no prazo de um ano, não ocorrerá privatização. Ele também se comprometeu a apresentar esses estudos até o dia 25 de agosto ao Presidente Lula e ao Ministro da Casa Civil, Rui Costa, demonstrando empenho em favor da retirada da CBTU e da Transurb do PND", relatou Luiz Soares.

Além da não privatização, outra demanda da categoria é a aprovação do Acordo Coletivo de Trabalho 2023-2025, após a oferta insatisfatória da CBTU de um reajuste de apenas 3,45%, sem aplicação no Piso Salarial, enquanto a categoria requer um aumento de 7%.

 

 


 

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