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Opinião

No tribunal da parentalidade: você julga ou condena?

Por: BRUNELLA SOBRAL
O julgamento baseado naquilo que acreditamos que faríamos melhor. Já a condenação, pode virar um fardo
13/10/2020
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No tribunal da parentalidade, todo mundo se julga.

 

Eu julgo o coleguinha que não cuida do filho. E a coleguinha que é casada com o coleguinha que não cuida do filho. 

 

Também julgo quem deixa o filho chorar até dormir. 🤷🏽‍♀️

 

Julgo um bocado de coisas. E sei muito bem quando sou julgada. Pelos outros e por mim mesma também. 

 

O julgar é baseado no que acreditamos que faríamos de melhor. É a NOSSA reflexão sobre o que nós faríamos. Hipóteses, né? 

 

Porque o dia a dia, meu bem... Só quem passa. 

 

A gente até pode julgar. 

Só não podemos condenar. 

Cada um tem uma realidade. 

 

 Não dá pra criar o título de “pior pai” ou “pior mãe” só porque as pessoas não pensam iguais a você. 

 

Eu uso os meus julgamentos internos pra dialogar comigo mesma. Sobre onde errei, sobre o que posso melhorar, sobre o que não repetir. 

 

A parentalidade mais leve não se faz sem julgamos. Mas, com mais empatia e menos condenações.

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