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Nova subcepa da Ômicron prorrogaria pandemia sendo ainda mais infecciosa, diz estudo dinamarquês

Por: REDAÇÃO PORTAL
Foi conduzido em dezembro de 2021 e janeiro de 2022 um estudo na Dinamarca que descobriu que a taxa de infecção com a atual subcepa da variante Ômicron da COVID-19 é maior que a da anterior.

Foto: Andrea Rêgo Barros/ Prefeitura do Recife

01/02/2022
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Sputnik Brasil

A atual subcepa dominante da variante Ômicron da COVID-19, BA.2, é mais infecciosa que a BA.1, sua antecessora, concluiu um estudo de lares dinamarqueses produzido pelo Instituto Estatal de Soro (SSI, na sigla em dinamarquês) da Dinamarca.

O estudo, publicado na segunda-feira (31) e que ainda não foi revisto por pares, calculou que se uma pessoa em casa está infectada pela BA.2 ela tem um risco de 39% de infectar outra pessoa na mesma casa no período de uma semana. Essa probabilidade seria de 29% no caso da BA.1.

O BA.1 foi a subcepa original da Ômicron, originalmente identificada na Dinamarca no final de novembro, que resultou em uma onda de infecção recorde. No entanto, Tyra Grove Krause, diretora técnica do SSI, disse na quarta-feira (26) que a BA.2 era agora a subcepa dominante no país.

Segundo a pesquisa, os não vacinados tinham maior probabilidade de ficarem infectados que os vacinados. No entanto, o estudo também determinou que mesmo os vacinados têm maior probabilidade de ficarem infectados com a BA.2 do que com a BA.1, com o SSI até prevendo que a subcepa mais recente poderá prorrogar a pandemia.

"Se a BA.2 provar ser mais contagiosa, isso pode significar que a onda de infecções será maior e se estenderá mais até fevereiro, comparado com projeções prévias", explicou Krause. A previsão original era que a pandemia teria seu auge no final de janeiro ou início de fevereiro.

O estudo na Dinamarca foi conduzido entre 20 de dezembro de 2021 e 18 de janeiro de 2022 e envolveu 8.541 lares e um total de 17.945 respondentes.

Apesar do recente aumento de infecções no país europeu, a Dinamarca tem descartado as restrições, deixando de considerar a disseminação do SARS-CoV-2 uma ameaça crítica à sociedade.

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