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Cultura

Olinda, hoje, é a Capital Simbólica do Brasil e de Pernambuco

Por: REDAÇÃO PORTAL
O título estadual foi concedido em 2003, por Lei de autoria da Deputada Teresa Leitão e em 2010, no caso do Brasil, pelo Presidente Lula

Foto: Reprodução internet

27/01/2021
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No dia em que se comemora a Restauração Pernambucana, a cidade de Olinda é, no dia de hoje, a capital simbólica do Pernambuco  e do Brasil.  O título oficial é recebido todos os anos no dia 27 de janeiro, desde 2003 e 2020, devido a decretos de lei estadual e nacional, respectivamente.

A homenagem acontece por causa do aniversário da Restauração Pernambucana, movimento que contribuiu para o fim de 24 anos de ocupação holandesa no Nordeste brasileiro em 1654.

A honraria de capital simbólica de Pernambuco veio em 2003, graças à Lei nº 12.500, de autoria da deputada estadual Teresa Leitão (PT).

Já o título de capital do Brasil foi concedido em 2010 pelo então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em 13 de julho de 2010, Lula sancionou a Lei nº 12.286. Ainda de acordo com as duas determinações, a cada 50 anos, durante as comemorações da Restauração Pernambucana e Nordestina, o Prefeito e a Câmara de Vereadores da cidade são considerados prefeito e Câmara Mor de Pernambuco e do Brasil.

A Restauração Pernambucana completa este ano 367 anos. O movimento é considerado o primeiro passo de afirmação do sentimento da nacionalidade brasileira, consistindo no marco inaugural da consolidação da identidade nacional.

Durante a ocupação dos holandeses no Nordeste, as elites políticas e a população de Olinda tomaram consciência de que nossas terras tinham se constituído uma Nação que não era Portugal, muito menos Espanha ou sequer Holanda; era o Brasil.

Reagindo à ocupação, os antigos membros do Senado de Olinda montaram e armaram um exército formado por representantes de todas as raças. Um negro, Henrique Dias, comandou tropas de negros; tropas de índios, foram comandadas por um índio, Felipe Camarão; e tropas de brancos comandadas por um branco, André Vidal de Negreiros. Com tal exército, o grupo político de Olinda desencadeou e comandou a guerra de reconquista, finda em 1654.

 

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