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Recife terá Comitê Gestor de Controle de Gastos Públicos, garante Mendonça

Por: REDAÇÃO PORTAL
Segundo o candidato, sua vice, Priscila Krause, é a pessoa certa para comandar o Comitê Gestor de Controle de Gastos Públicos, pelo compromisso, pela seriedade e competência

Foto: Guga Matos

04/11/2020
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O candidato a prefeito do Recife pelo Democratas (DEM), Mendonça Filho anunciou, nessa terça-feira (3), que vai criar o Comitê Gestor de Controle de Gastos Públicos, instrumento de governança que será implementado a partir de janeiro de 2021 com o objetivo de fiscalizar a aplicação dos recursos públicos e evitar o desperdício e a corrupção na gestão municipal. “Na nossa gestão o dinheiro público será respeitado, bem gerido. O Comitê terá um papel determinante no controle e na eficiência do dinheiro público com transparência e compromisso”, justificou, anunciando que a sua vice, Priscila Krause, vai coordenar o Comitê de Controle dos Gastos da Prefeitura do Recife.

Segundo Mendonça, Priscila é a pessoa certa para comandar o Comitê Gestor de Controle de Gastos Públicos, pelo compromisso, pela seriedade e competência comprovadas no controle e fiscalização da aplicação do dinheiro público. O candidato defende que o combate à corrupção na máquina pública é diário e requer políticas de integridade, normas de conformidade, treinamento e capacitação de servidores e de cargos de direção para que os recursos públicos sejam canalizados para o atendimento ao cidadão. O Comitê, sob o comando de Priscila, terá o suporte decisivo da Controladoria Geral do Município e vai firmar parceria com a Controladoria Geral da União (CGU) e dos órgãos estaduais de fiscalização.

“A Controladoria Geral do Município vai agregar informações a respeito de denúncias, críticas e sugestões colhidas a partir da Ouvidoria. É fundamental evitar, antecipadamente, atos irregulares que condicionem as verbas públicas ao desperdício e à corrupção”, afirmou Mendonça, lembrando que já discutiu com o ministro da Transparência/CGU, Wagner Rosário, em Brasília, parcerias neste sentido. Priscila Krause reforçou o fortalecimento da Controladoria Geral do Município, a valorização dos servidores efetivos, o novo Portal da Transparência, mais acessível ao público e com informações de gastos por região da cidade, e as parcerias com a CGU para treinamento e capacitação do quadro de servidores. “A elaboração de licitações e contratações será feita de acordo com todas as recomendações da CGU e dos órgãos de fiscalização estaduais. Também ampliaremos a Ouvidoria do município, oferecendo um canal direto via app, de fácil compreensão e divulgação de denúncias”, completou.

Mendonça Filho disse que o povo do Recife tem o direito e o dever de saber exatamente como cada centavo dos recursos públicos da prefeitura é aplicado na condução de projetos em vários setores, como saúde, educação, segurança e infraestrutura, entre outros. “O orçamento do Recife é de cerca de R$ 6 bilhões por ano e a população precisa acompanhar a aplicação do dinheiro público. Na nossa gestão, o controle dos gastos será baseado em dados e métricas objetivas, inseridos no Programa de Metas a ser acompanhado pela população”, afirmou, ressaltando que contratações em larga escala, como prestação de serviços, obras e compra de materiais serão minuciosamente analisadas pelo órgão, incluindo o acompanhamento in loco dos projetos executados, com relatórios divulgados à população.

Priscila afirmou que será uma gestão pautada pela transparência e pela honestidade. Ao anunciar a proposta de criação do comitê, os democratas lembraram que pelo menos R$ 70 milhões foram investidos em obras inacabadas, sem qualquer retorno à população, como a Ponte Monteiro/Iputinga, a Upinha do Poço da Panela, o Canal do Arruda, a Escola de Referência da Mangabeira, a requalificação da Avenida Beira Rio e a Estação de Tratamento do Cordeiro. Além disso, Mendonça e Priscila ressaltaram as seis operações da Polícia Federal realizadas no Recife durante a pandemia da Covid-19, as quais investigam possíveis irregularidades e desvios de mais de R$ 500 milhões em recursos públicos, contratados sem licitação para combater o coronavírus, com participação do Tribunal de Contas do Estado e Ministério Público do Estado de Pernambuco.

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