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Cultura

Secult-PE promove live sobre a Lei de padronização da Bandeira de Pernambuco

Por: REDAÇÃO PORTAL
Pedro Xavier, autor do desenho final do projeto, Silvio Amorim, presidente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco, e o historiador George Cabral conversam no dia 19/1, a partir das 19h, com mediação de Michelle Assumpção

Foto: Reprodução internet

18/01/2021
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Para a maioria dos pernambucanos, é inconfundível a combinação de cores e imagens que compõem o maior símbolo do Estado. A padronização da Bandeira de Pernambuco, sancionada por lei pelo governador Paulo Câmara, em dezembro do ano passado, preservou de uma vez esse desenho presente no imaginário da população. Para debater a importância dessa medida, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) promove a conversa virtual “Bandeira de Lei – Por que padronizar o símbolo maior de Pernambuco?”, com Pedro Xavier, autor do desenho final do projeto, Sílvio Amorim, presidente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco (IAHGP), e o historiador George Cabral. A transmissão será amanhã, terça-feira (19), às 19h, no youtube.com/SecultPE, com mediação da jornalista Michelle Assumpção.

A conversa vai mostrar todos os passos até a normatização da bandeira. O trabalho, que começou com uma pesquisa na internet sobre os elementos do símbolo estadual, passou por buscas nos arquivos da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro e chegou até os registros da Revolução de 1817, mostrou que havia disparidades que iam desde as cores do arco-íris até o formato e o tom do sol que é visto nos diversos desenhos. Para definir a versão final, Pedro Xavier buscou respeitar o imaginário do pernambucano.

“A questão aqui não é apenas a normatização técnica, mas dar embasamento à memória popular, ao que o povo reconhece como sendo sua bandeira, como sendo o manto do Estado. Não estamos mudando a bandeira, mas dizendo que, a partir de agora, a bandeira hasteada no palácio do governo, numa escola pública, no interior, em qualquer lugar, oficialmente, é a mesma. Não é questão de determinar, por exemplo, que um artesão que for imprimir uma bandeira numa canga de praia vai ter que fazer desse jeito. Mas, agora, sabemos que essa bandeira tem um desenho para registros oficiais”, explicou o designer autor do desenho final.

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