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UFPE recebe emenda da Deputada Delegada Gleide Ângelo

Por: REDAÇÃO PORTAL
Assinatura de convênio acontece em evento híbrido na reitoria da universidade
04/10/2021
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A Deputada Delegada Gleide Ângelo (PSB), destinou uma emenda parlamentar que vai viabilizar a execução de um projeto social no campus universitário em parceria com a Secretaria Estadual da Mulher e com o Instituto Maria da Penha. A assinatura do convênio, que marca o início do Projeto Papo de Homem, acontece nesta quarta-feira (06), às 15h, na reitoria da Universidade Federal de Pernambuco.

A cerimônia contará com as presenças da  Deputada Delegada Gleide Ângelo; da secretária estadual da Mulher, Ana Elisa Sobreira; da professora Regina Célia, da diretora do Instituto Maria da Penha (IMP-PE); do reitor e professor Alfredo Macedo Gomes (idealizador do projeto) e do idealizador do projeto, o coordenador do Curso de Especialização em Direitos Humanos e do Grupo VIRTUS: Defesa Social, Segurança Pública e Direitos Humanos da UFPE, professor Sandro Sayão - que participará do evento de modo remoto, direto da França. 

O projeto de extensão Papo de Homem vai trabalhar a desconstrução do machismo social e estrutural a partir do trabalho educacional com homens. O objetivo é promover espaços em que eles possam falar abertamente sobre masculinidade, preconceitos, medos, ansiedades, vulnerabilidade, entre outras questões socioculturais sob a ótica masculina. A partir das discussões, será possível problematizar questões como a cultura da violência e do estupro, o machismo estrutural e institucional para, assim, caminhar em favor da construção de uma sociedade mais consciente. 

“O machismo é a opressão, nas suas mais diversas formas, das mulheres feita pelos homens. Eu acredito que é possível trabalharmos juntos, homens e mulheres, na desconstrução dessa cultura machista, até hoje dominante. O Papo de Homem é exatamente essa ferramenta para que os homens se enxerguem como nossos parceiros e repensem qual o papel social deles. Será que, realmente, vale a pena viver nesse papel opressor e imperativo?”, comenta a parlamentar.

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